Alo!

Hoje era para ir ao mercado mas meteu-se esta chuva e acabei por ver o que tinha no frigorífico, e como por magia tinha o suficiente para fazer uma sopa de espinafres. Uma daquelas que convém ter no repertório 😉

Está é daquelas fácil, rápida e que dá milhões… Um pedaço de abóbora (que trazia umas sementes de bónus, que já as pus a secar), duas cenouras grandes, uma cebola, duas batatas doces, mas pode ser das outras, tinha um pedaço de repolho que foi também, poderia ser também alho francês, um dente de alho, andava para ali uns cogumelos que também foram para a panela. Água até tapar os legumes e lume!

Entretanto e enquanto coziam os outros separei os espinafres da rama, lavei e esperei.

Piquei as coisas para ver se estavam cozidas, e estavam!!! Varinha de magic para triturar tudo na panela, também costumo usar a liquidificadora ou que lá se chama aquele aparelho dos batidos (que até moi melhor), e assim que está tudo tipo puré ralinho, meio aguado, não de batata 😛 colocar ao lume novamente e meter os espinafres, retificar o sal se necessário e assim que cozer os espinafres está pronta. Servir com fio de azeite.

A companhia foi um pedaço de requeijão com pimenta, sal e fio de azeite e uma uma de anchova escorrida, alho picadinho, azeite e um vinagre daqueles, ou balsâmico ou de figo que é hoje o meu favorito até eventualmente enjoar!!

Umas fatias de pão (o meu primeiro com massa leveda, que não correu muito bem, mas vou continuar a treinar a técnica, quando sair alguma coisa de jeito logo partilho a fazedura) e um copo de vinho verde, que sobrou do jantar de ontem!

Um abracinho e bom fim de semana, mesmo que de chuva… para matar a saudade da quarentena 😛

Alo

Mais uma das receitas comuns cá em casa, pizza, só que desta vez quis experimentar com o fermento natural da massa lêveda, e não percebi se resultou pois soube ao mesmo das outras vezes (pelos menos isso), pode ser que sinta mais tarde 😉

Como dizem por aí o segredo está na massa, sendo ela basicamente água, farinha (integral se preferirem mas fica menos fofa, pelo menos comigo), sal, fio de azeite, fermento e se quiserem um toque oriental cominhos e há quem ponha um bocadinho de açucar (que não costumo por, já chega o que se come durante o dia). Amassar até ficar uma massa homógenea, tipo cola mas não cola às mãos, e regula-se adicionando farinha ou água, e acho que deve ser este balanço a parte mais difícil, e deixar repousar um bom bocado, pelo menos 30 m a 1 hora dependendo da temperatura, se for mais tempo melhor.

Entretanto junto um punhado de oregãos ao tomate, que pode ser daqueles de conserva engarrafado, com alho e cebola também, ou então com tempo fazer uma calda de tomate refogado com oregãos, alho e pimenta, limpo de pele e sementes e triturado no final.

Cortar uma cebolinha muito fininha, Picar um alho muito bem picadinho, os cogumelos também laminados fininhos e pensar que a cozedura quer-se rápida, por isso ser tudo assim fininho. 😀

Entretranto estira-se a massa, farinha a monte por baixo para não pegar à bancada, farinha por cima e ir estirando, se começar a colar à mesa ou ao rolo por mais farinha, em baixo e em cima. A espessura, bem eu prefiro fininha… mas isso é a gosto de cada um. Passar a massa estirada para aquelas folha de papel para o forno com cuidado, ou no tabuleiro com farinha, agarrar numa ponta e meter no antebraço, puxar o papel ou tabuleiro e deixar cair.

Depois a sequência é barrar o tomate, a seguir junto o alho picado caso ainda não tenha na calda, queijo mozarela a gosto, ralado ou daquele fresco, e siga o resto, cebola, cogumelos, uma rodelas chouriço, mas tudo posto com estilo, pois isto não é um bolo, nem uma quiche… por acaso tinha aqui pesto, que acrescenta um sabor bom do mangericão. E joga pró forno, ao máximo e costumo colocar mesmo na base e nesse modo, para cozer a massa e com o calor ir cozinhando o resto dos ingredientes.

Quando tiver a massa cozida (levantar para ver se não queimou já ;P ) e os ingredientes, retirar, colocar uns espinafres ou neste caso rúcula, um belo fio de azeite, e pronto!! 🍕

Bem acho que não me esqueci de nada..
Mas os ingredientes é como se vê nas pizzarias, é o que se entender, até ananás, mas não me convidem se levar chantilly!!

buon appetito!!🌱

Bom dia!!

De entre as várias histórias que ouvimos enquanto somos crianças, uma houve que me veio à memória, enquanto tirava esta foto aos meus recém nascidos feijões.
O João e o pé de feijão. 😀

Julgo desnecessário recordar toda a história, mas o curioso é este jovem ter trocado uma vaca velha, que já nem produzia leite por uns míseros feijões, sementes ao fim ao cabo. Feijões esses que depois de semeados lhe trouxeram alegoricamente a riqueza, que o fizeram chegar ao castelo onde vivia o gigante, que comia pessoas, e que astutatamente consegue “roubar” o seu tesouro, e ainda o destruir.

Se pensarmos que de umas sementes conseguimos alimento e consequente multiplicação dessas sementes todos os anos, aumentando assim a nossa fonte de subsistência, e ainda um conjunto de conhecimentos e compreensão do meio natural, os seus ciclos e funcionamento, que adquirimos ao semear e cuidar das plantas, então julgo que o João fez uma boa opção, em ter trocado uma “vaca magra“ por feijões, que mais tarde lhe trariam riqueza, e mais que o ouro será esse “saber fazer comida” e todo o conhecimento associado. Boa João!!!!

um forte abraço e bons cultivos! 🌱

Hortelã

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